A minuta do TAC prevê que a
Secretaria Municipal de Economia fará o remanejamento dos ambulantes das ruas
João Alfredo e Santo Antônio para os imóveis do Espaço Palmeira (quadra da rua
Manoel barata), Espaço 28 (imóvel localizado na 28 de setembro) e para o
“Shopping Real” (rua João Alfredo, antigo Banco Real). Enquanto esses imóveis
não ficam totalmente prontos, os ambulantes permanecem nos locais onde se
encontram hoje até o término das obras, ou seja, na praça Barão do Guajará e
rua João Alfredo.
Os imóveis devem proporcionar estrutura necessária para o conforto e a segurança dos trabalhadores e consumidores, com banheiros compatíveis com o número de freqüentadores, boxes ou galerias, cobertura completa dos ambientes e locais seguros para a exposição e depósito de mercadorias.
Os imóveis devem proporcionar estrutura necessária para o conforto e a segurança dos trabalhadores e consumidores, com banheiros compatíveis com o número de freqüentadores, boxes ou galerias, cobertura completa dos ambientes e locais seguros para a exposição e depósito de mercadorias.
Nesses locais previstos para o
remanejamento, também deve ser garantida a instalação de repartições públicas
ou concedidas permissões de uso a particulares, por meio de processo
licitatório, para loja-âncora que sirva de atrativo para os consumidores. O
termo prevê ainda que qualquer remanejamento feito pela prefeitura deverá ter
comunicação prévia de 30 dias e implementada com a destinação de local adequado
aos trabalhadores informais.
Pelo documento a prefeitura
compromete-se a executar o projeto de revitalização das ruas João Alfredo e
Santo Antônio, com as obras tendo início em janeiro de 2012. Está prevista a
recuperação da pavimentação e do calçamento das vias públicas sem prejudicar o
direito de ir e vir dos cidadãos, de forma a não inviabilizar nenhum
estabelecimento comercial.
Comerciantes – O termo
de ajuste propõe como deveres dos comerciantes ligados ao Sindicato dos
Lojistas do Comércio de Belém (Sindilojas), Câmara de Dirigentes Lojistas de
Belém (CDL) e Associação Comercial do Pará (ACP) estimular a adesão de seus
associados ao TAC por meio de assembléias, informativos e eventos, bem como
reformar a fachada de seus estabelecimentos comerciais, respeitando suas
características históricas e culturais, no caso de imóveis tombados. O prazo
para as obras das fachadas é de sessenta dias.
Ambulantes – O
Sindicato dos Trabalhadores do Mercado Informal de Belém, a Associação dos
Ambulantes do Centro Comercial e a Associação dos Trabalhadores do Comércio
Informal do Centro Histórico de Belém farão esforços junto aos associados e
filiados para a desocupação das ruas Santo Antônio e João Alfredo,
encaminhando-os para os locais destinados pelo poder público. Uma campanha de
adesão aos termos do acordo será feita em assembléias, publicações e eventos.
Caso qualquer uma das cláusulas do TAC
seja descumprida, a prefeitura e entidades dos lojistas pagarão a multa de cem
mil reais cada um. As entidades dos ambulantes ficam sujeitas, cada uma, a
multa de dez mil reais. (Com informações do MPE)
Nenhum comentário:
Postar um comentário